Moda | Vamos Conversar?

Sobre mudar a rota e empreender aos 24 anos

By on 27 de novembro de 2017
empreender

Eu não planejava ser empreendedora. Cursei faculdade de Serviço Social – onde aprendi muito e formei muito do que penso hoje (obrigada, UFF <3) – mas lá no fundo tinha algo faltando, faltava uma dose de cor e criatividade nos meus dias, na minha profissão. Eu sempre amei moda, mas era um amor meio platônico, uma admiração meio secreta, nunca imaginei como algo possível pra mim. Em 2013, em meio a um momento mega difícil, comecei a ler tudo o que podia sobre moda, pesquisar mais e me encantei com a área da Consultoria de Estilo, mas parecia algo tão distante da minha realidade… até que no ano passado, tive a oportunidade de fazer o curso e me formar em Consultoria de Estilo – na mesma época que eu estava me formando na facul de serviço social.

Sabe quando você encontra uma pessoa e tem a impressão de que já a conhece há muito tempo? Foi assim com a consultoria, parecia que eu havia nascido para aquilo. Mas a gente às vezes tem a mania ~boba~ de achar que algo é tão maravilhoso que não é pra gente, e mesmo estando formada eu achava que essa área não era pra mim.

Afinal, estava saindo de uma faculdade, como iria abrir mão de tudo – principalmente dos 5 anos de estudo – para seguir uma outra coisa? 

Eu não tinha um “patrocínio”, não tinha quem me assegurasse de que se não desse certo teria outra saída, não tinha um “plano B”, era ir e pronto. E eu fui. No começo do ano, decidi que iria dar uma chance para a Moda. Logo em fevereiro, eu e 3 consultoras de estilo criamos um coletivo ( Coletivo Soma  ) onde a proposta é prestar consultoria de estilo, além de palestras, workshops e cursos, através da ótica de 4 profissionais. Tem sido uma experiência enriquecedora. Também trabalhei com produção de moda em alguns backstages de desfiles e criei minha marca de acessórios, além do trabalho como consultora de estilo, é claro.

Ser Consultora de Estilo é ser Empreendedora. E engana-se quem pensa que é fácil ser seu próprio patrão, exige muita disciplina e foco. Empreender não é fácil, já perdi a conta de quantas vezes quis desistir (várias vezes num mesmo dia), é quase um ato de resistência, resiliência e coragem. Tem horas que dá medo, tem horas que a gente não enxerga nada a frente, tem horas que nos sentimos mega sozinhas, sem falar das horas que nos questionamos se realmente é esse o caminho.

Não foi fácil terminar a faculdade e decidir seguir outro caminho. A gente vive numa sociedade onde nos é exigido que saiamos do ensino médio com toda a vida traçada e decidida, aos 25 já querem que estejamos no mestrado, com um apartamento financiado e dirigindo nosso próprio carro, de quebra. Mas a vida tem suas surpresas, suas dinâmicas e a pessoinha que éramos aos 17 anos quando saímos do ensino médio não é mais a mesma quando completa seus 20 e poucos anos. A gente muda, a vida muda, nossos desejos mudam também, e tá tudo bem. Tá tudo bem você não querer seguir a mesma carreira dos seus pais, tá tudo bem você ter 23 anos e ainda não ter se decidido quanto a faculdade, tá tudo bem ficar meio confuso e perdido sobre a vida, às vezes (afinal, tem alguém aí que não está perdido?!). 

consultoria de estilo
A qualidade tá péssima, mas sou eu falando no Workshop de Estilo do Coletivo <3

Eu não encaro como perda de tempo os anos que passei na facul, ao contrário, tive momentos maravilhosos, conheci pessoas incríveis e aprendi muito. Aprendi a ser mais questionadora, a ter uma visão mais crítica, aprendi a pensar mais no outro, a questionar esse capitalismo selvagem, e tantas outras coisas que tem me ajudado a encontrar meu caminho na moda – seja através do consumo consciente, da luta contra o trabalho escravo ou do cuidado com o outro na consultoria de estilo. Todas as nossas experiências agregam, somam, nos fazem crescer. Nada é em vão ou desperdício.

Todo esse textão é pra contar que não é fácil abrir mão de uma carreira, de uma profissão, principalmente se você não tem uma família com grana que segure as pontas (como no meu caso), não é fácil se arriscar. É muito suor, muita luta, muita oração pra gente conseguir forças pra continuar. Mas tudo isso vale a pena quando a gente faz o que ama, quando a gente faz com um propósito, quando a gente luta por algo mais que só dinheiro. É choro, é lágrima, é suor, é medo (põe medo nisso!), é crise, mas também é sorriso, é completude, é realização, é superação. É isso! Empreender é superação. Superação dos medos, das dúvidas, dos “e se…? (“e se não der certo?” “e se não rolar?”, “e se eu perder?”), superação de nós mesmos. Empreender é pensar em desistir mil vezes ao dia, mas respirar fundo e tentar mais uma vez. Uma vez vai. E dá certo, e a gente consegue! É só tentar mais um pouquinho! <3

Tá com medo de arriscar? Não tá feliz na área que tá? Tá insatisfeito com a facul ou com o trabalho? Não tenha medo de mudar e de se reinventar, se for preciso. A vida é feita de recomeços. Tá tudo bem querer mudar a rota de vez em quando. ❤empreendedorismo

 

 

 

 

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Moda

Como potencializar o shortinho jeans

By on 18 de outubro de 2017

Aqui no Rio de Janeiro não tem jeito, chega o verão, com aquele sol lindo de rachar e a gente corre logo pro combo regatinha + short jeans. E não tem nada mais básico, prático e fresquinho, né?!

Mas, como eu sempre proponho aqui sairmos do básico, e se a gente der uma potencializada nos looks com o shortinho? Que tal fugir do tradicional short – sandália rasteira -blusinha branca, e criar looks menos básicos, por assim dizer?

Separei 4 formas de variar os looks com o bom  e velho short jeans. Vem ver!

1- Criando um Mix de Estampas

kimono

Muita gente tem medo do tal mix de estampas, mas esse da foto é bem simples: misturei as listras bem fininhas da blusa com a estampa geométrica do kimono (que já apareceu aqui e aqui). E a dica pra quem tem medo de ousar no mix é: colocar uma estampa menor com uma maior e dar preferência à estampas com as mesmas cores, ou os mesmos tons. Pra quem quer começar, a listra é uma das estampas mais fáceis de combinar, ela fica legal com estampa de poá, com floral, com listras maiores, com xadrez. O mix de estampas dá aquela interessância ao look e traz um quê a mais de criatividade. 

short jeans
Perceba como o cinto dá aquela arrematada no look e é mais uma informação 😉

2- Terceira Peça

Já  falei aqui no blog sobre o poder da terceira peça e vez ou outra repito lá no instagram, e ela realmente tem o poder de deixar o visual completamente diferente. E é por isso que a outra alternativa para tirar o look com o short jeans do óbvio é jogando uma terceira peça por cima.

colete

Aqui eu resolvi colocar um colete (que era uma jaqueta desde a minha época de pré-adolescente, mas depois de um tempo enjoei e cortei as mangas 😀 ), mas você pode adicionar um blazer, um colete jeans, um kimono, um lenço, o que mais a sua criatividade permitir. A terceira peça traz aquele algo a mais para um look que poderia ser só uma blusinha e um short.

short jeans

3- Maxi acessório

maxi colar

Nesse look a proposta é adicionar um maxi acessório, e eu coloquei um maxi colar, mas poderia ser um maxi brinco, um lenço, um bandana presinha no pescoço, um cinto com alguma informação legal, e por aí vai. O maxi acessório, por vezes, pode funcionar como uma terceira peça, agregando mais informação ao look.

short jeans

Repare que nesse look eu me rendi à blusinha branca, mas não é uma simples “brusinha”, ela é de um tecido mais fino, tipo seda, um pouquinho mais formal e delicado do que se fosse malha, por exemplo. Essa também é uma forma diferente de usar o short jeans: coordenando-o com uma blusa mais fina ou até uma camisa de botão com as mangas dobradas, o que tira um pouco a informalidade do jeans, equilibrando mais o look e trazendo aquele ar hi-lo (quando misturamos peças mais sérias ou caras com outras mais podrinhas ou baratinhas). 

4- Look All Jeans

Já que é pra usar jeans que tal o look all jeans?

jeans

Muita gente ainda tem medo de usar jeans no look todo, mas o jeans com jeans pode ficar muito interessante sim, é só coordenar com acessórios e optar por lavagens e tons diferentes. Nesse look eu coloquei o short jeans com essa camisa jeans sem mangas (ideal para o verão mesmo!) e usei o mocassim metalizado pra trazer aquele ar de modernidade ao visual.

estilo

Viu como a gente pode variar e sair daquele lugar comum ao qual estamos sempre acostumadas?! Sempre existe uma forma diferente, criativa e interessante de usar uma mesma peça, é só exercitarmos um pouquinho mais da nossa criatividade e ousar também. Às vezes a gente fica meio enjoada das roupas que tem, mas por que não tentar olhar para elas com um novo olhar? Por que não pensar em novas possibilidades? Você vai perceber que não só o bom e velho shortinho jeans, mas como tantas outras peças do seu armário, podem lhe render vários novos looks.

Por aqui, no blog, tem vários posts onde mostro formas variadas de usar uma mesma peça, que tal se inspirar um pouquinho?!

moda

E aí, pronta pra resgatar o shortinho jeans e montar altos looks com ele nesse verãozão?! 😉

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MC Ajuda! | Moda

Qual a sua dúvida? MC Ajuda!

By on 27 de setembro de 2017
dicas de moda

Esse bloguíneo existe para mostrar que moda não se restringe a idade, condição financeira, status, profissão ou nada mais. Moda é expressão do ser, é dizer para o mundo quem somos através de nossas roupas e estilo. E buscando ajudar cada vez mais e mostrar que todo mundo pode sair linda por aí, criei a tag MC Ajuda! (MC= Moda e Consciência hehe) para tirar as dúvidas e auxiliar no que puder.

Comprou uma roupa e não sabe com o quê usar? Ou tem uma peça encalhada no armário sem saber como combinar? Não sabe o que fica melhor para seu tipo de corpo? Pode mandar suas dúvidas, questões e até fotos pelo instagram, facebook ou pelo e-mail contato@modaeconsciencia.com. Vou ler e procurar responder aqui com muito carinho para vocês! 😉

Na semana passada eu perguntei lá no insta qual a dúvida de moda e inseguranças que vocês tem e vou fazer posts visando ajudar a todas. Hoje vou me concentrar na dúvida da Danusa, que quer saber como vestir um corpo ampulheta acima do peso e também da Camila Amaral, que disse que mesmo achando algumas peças incríveis tem receio de usar por ser gordinha, e que apesar de não curtir muito roupas justas, ao usar roupas largas parece ser maior do que de fato é. Vamos ver como “disfarçar” o que não agrada tanto no corpo e valorizar o que tem de melhor!

Corpo Ampulheta?

Bem , para quem não sabe há algumas nomenclaturas e definições de formato e tipo físico do corpo (em breve faço um post só sobre isso, se vocês quiserem!), e entre eles há o corpo Ampulheta, que possui medidas bem parecidas de ombro e quadril e a cintura bem marcada.

corpo ampulheta
Fonte da imagem: MYPS

Mesmo acima do peso, o corpo ampulheta pode permanecer com a cintura um pouco demarcada, e é isso que é legal “explorarmos” na hora de se vestir. Note que esse post não tem pretensão alguma de ser mais um daqueles com regrinhas de pode ou não pode, apenas quero mostrar como a gente pode se sentir mais feliz com o corpo que tem usando roupas de forma que o valorize. 

Já que o corpo ampulheta tem como ponto forte a cintura demarcada, mesmo acima do peso, a sugestão é procurar ao máximo conservar essa cintura na hora de se vestir.

Como?

  • Usando peças mais acinturadas, e no caso de casacos e blazeres optar por aqueles que “acabem” depois do quadril;
  • Criando linhas verticais, para transmitir uma ideia de corpo mais esguio e longilíneo, através de colares longos, maxi coletes, maxi blazer e listras verticais;
  • Apostando em cintos, vestidos com faixas abaixo do seio e, saias e calças de cintura alta;
  • Saia em evasê e calça flare também são ótimas opções, pois demarcam a cintura e vão “abrindo” levemente longe da região do quadril. Além de a calça flare ter um alto poder alongador.
  • Vestidos envelope ou transpassado;
  • Looks monocromáticos.
    Oprah
    Saia com listras verticais que alongam a imagem.
    Saias em evasê marcam a cintura e vão abrindo levemente, disfarçando a região da barriga e do quadril.
    Vestidos transpassados marcando a cintura e maxi colete criando linha vertical que alonga. Foto: Girls With Curves
    Blazer mais acinturado e abaixo da linha do quadril. Calça de cintura alta demarcando a região da cintura.
    Calça Flare ajudando a “equilibrar” visualmente as proporções. Blusa mais próxima ao corpo, sem ser justa demais.

    Evite!

    Tente evitar tecidos como malha – que não possuem um caimento tão bom – e optar por tecidos mais fluidos ou leves, como seda, por exemplo. Evitar também:

  • blusas com gola alta (no frio, dê preferência a cachecóis e lenços);
  • peças muito largas – opte por peças mais próximas ao corpo;
  • saias ou vestidos de pregas;
  • roupas com corte muito reto, principalmente na parte de cima, como casacos e blazeres;
  • calça skinny com blusa justa.

Às vezes quem está um pouquinho acima do peso opta por peças mais largas, pensando que vai “disfarçar” a silhueta. Mas o ideal é optar por peças mais próximas ao corpo – não necessariamente justas – e que tenham um bom caimento. Essa dica vale para a Camila, que não gosta de peças justas mas também não se acha legal com peças muito largas, tente usar peças mais próximas ao corpo. E tente também não deixar de usar algo que você acha incrível apenas pelo fato de ser gordinha, procure adaptar o look (com algumas dessas dicas do post), e use mesmo! 😉

Espero ter ajudado essas leitoras tão queridas! E se você tem alguma dúvida, deixe aqui nos comentários, nos envie pelas redes sociais ou por e-mail. Sua dúvida pode ser respondida! 🙂

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Look do Dia | Moda

A zona de conforto do estilo

By on 22 de setembro de 2017
estilo

Quem não tem seus dias de preguiça, não é mesmo?! Aquele dia que você não tem muita vontade de pensar no que vai vestir ou não tá com muito saco ou criatividade pra isso, e aí, faz o quê?!

Abre o guarda-roupa e pega aquele básico de sempre. Pra uns o básico – ou como chamo às vezes: a roupa da preguiça rs – é o combo calça jeans e camiseta, pra outros uns shortinho ou saia, enfim, básicos são aquelas roupas que, como o nome já diz são básicas, não tem nada de muito diferente, não faz pensar muito, não dá trabalho.

Eu, particularmente, sempre tive uma implicância com looks muito básicos. Buscava usar nem que fosse uma coisinha diferente, afinal sempre acreditei no vestir-se como modo de expressão e eu queria ser diferente, queria fazer a diferença. Por causa disso, comecei a não me permitir sair muito básica e sempre inventava uma coisa pra deixar o visual mais “a minha cara”. Quando conheci a Consultoria de Estilo e comecei a estudar e aprender mais sobre isso, descobri que sempre podemos e devemos tentar sair da nossa zona de conforto do estilo.

Sabe o que é essa zona de conforto do estilo?

É essa nossa mania de sempre optar pelo mais fácil, mais prático, por aquelas roupas que já temos mais costume de usar. Sabe aquela saia que você só usa com aquela blusa porque não sabe com qual outra ela combina? Ou aquele sapato que você só coloca com o mesmo vestido? Ou ainda aquela roupa que você comprou igualzinha do manequim e nunca tentou usar de forma diferente?

É “confortável” ficarmos em nossa caixinha, usarmos o que já estamos acostumadas, não ousar, não tentar sair desse “lugar comum”. 

Sair de nossa zona de conforto apesar de difícil, pode trazer benefícios, pode nos mostrar um mundo de possibilidades. Adicionar um acessório, uma terceira peça, misturar sem medo estampas ou cores, usar uma peça de um jeito diferente, pode dar errado, mas também pode dar muito certo! Quem disse que não se pode errar no look? Se não deu certo, chega em casa e pensa em outra forma de usar. Mas use! Tente, se arrisque! Saia do comum, do óbvio!

Ontem, por exemplo, eu estava em um desses dias de bloqueio criativo – nome bonito pra dizer que tava com preguiça e sem saco de fazer combinação de roupa – e, como ia para um encontro com amigos e depois para uma reunião mais informal de trabalho, pensei em ir de shortinho e regata, mas achei que só isso ficaria muito simples.

moda; zona de conforto

Sabe aquela dica que já dei aqui sobre a terceira peça e de como ela pode transformar a cara de um look? Pois bem, joguei o kimono (que vocês já viram aqui) e pensei que seria uma opção mais fresquinha e mais estampada de deixar o look com outra cara. Coloquei o mocassim metalizado para dar um toque de modernidade e misturei dois colares, fazendo um mix bem leve de acessórios. Complementei com um anel colorido e um batonzão vermelho. E olha como deu outra cara pro visu! ❤  kimono; zona de conforto

Eu poderia ter parado no short e na regata branca, mas perderia a oportunidade de ter encontrado mais uma forma de usar meu kimono e meu mocassim prata, e de ter um look diferente. Não é preciso ser fashionista nem trabalhar com moda pra fazer looks mais legais, é só usar o que você já tem: suas roupas e sua criatividade! No começo pode ser um pouquinho desconfortável, afinal sair da zona de conforto é um verdadeiro confronto, mas vale a pena! 🙂 

Diz aí, quais são os seus básicos e o que te prende na zona de conforto do estilo? Quero saber 😉

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Look do Dia | Moda

Looks de tirar o chapéu

By on 16 de agosto de 2017
chapéu

A gente sabe que acessórios são ótimas alternativas pra tirar o look do óbvio e do básico, além de dar um toque legal no visu, né?! Bolsas, sapatos, colares e brincos, e até ele – que quase não é muito usado – o chapéu. Geralmente a gente tem uma pequena dificuldade em usar chapéu, seja por falta de costume, por vergonha de sair na rua e todos olharem ou por não saber muito como ou com o quê usar. 

No fim de semana passado eu resolvi tirar meu chapéu do armário e usei um look bem básico com ele, justamente pra deixá-lo ser o centro da produção. Uma parka para proteger do frio, blusa amarela pra dar uma corzinha no look, calça preta e slip on de onça pra “conversar” com a blusa e não deixar tudo muito básico, bolsa azul marinho e colar com maxi pérola.

chapéu- inverno-moda-look

Existem alguns modelos de chapéus, esse que usei é o Floppy, que tem abas maiores, é mais flexível e tem um ar chique e ao mesmo tempo despojado, e pode compor looks de diversos estilos.

Chapéu Floppy

O chapéu Floppy geralmente é mais visto em feltro, mas pode ser encontrado em materiais como palha e veludo também. Ele serve para todas as estações, da primavera ao inverno. Pode-se usá-lo em looks all black (como os 3 primeiros da imagem), com pegada mais urbana, ou compor looks mais folks, boho, e até mais românticos (como o da última foto). Pode-se usar até salto com ele e criar um look mais elegante.  A dica é evitar maxi colares ou maxi brincos para não conflitar, já que suas abas são grandes e fazem certo volume na cabeça. É legal evitar chapéus em ambientes e situações mais formais (como casamentos, cultos religiosos, jantares).

Chapéu Panamáchapéu -moda

Esse modelo é a cara do verão e é o mais usado por aqui justamente pela proximidade com praias. Ele é bem mais despojado e compõe looks bem esportivos e casuais. Combina mais com o dia, e é ótimo para dar um up no combo calça jeans + camiseta branca + sapatilha/tênis, além de combinar também com shorts, saias, vestidos, listras, e mais o que sua criatividade permitir.

Outros modelos

chapéu - hat - moda
Chapéu Fedora

Existem ainda alguns outros modelos de chapéu, como o Fedora, que é parecido com o Panamá, mas é de feltro e tem a aba menor que o Floppy, reta na frente e dobrada atrás; o chapéu Cowboy, que tem a referência country e folk, e pode ser usado em looks com franjas, tons terrosos, estampas florais; o chapéu Coco, que tem sua origem no armário masculino, mas que forma looks mais românticos ou não, podendo ser usado por pessoas de vários estilos.

Chapéu Cowboy
chapéu - hat - moda
Chapéu Coco

Os meninos também podem usar chapéu, que a propósito os deixa bem estilosos! 😉 

chapéu - hat - moda

chapéu - hat - moda

Lindo! 😍 ( o chapéu, é claro hehehe 😉)

Depois de todas essas inspirações, que tal dar uma chance pro chapéu?! Se você gosta e acha maneiro, desencana da opinião dos outros e usa mesmo! 🙂 ❤  E me conta aí, você tem chapéu? Tem coragem de usar?

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