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Moda

1 Camisa, 5 looks – Como Usar Camisa Branca no Dia a Dia

By on 14 de abril de 2017
camisa

Roupa boa é aquela que a gente usa várias vezes, não é mesmo?! Há uns anos comprei uma camisa branca em uma liquidação e achei que ela ia bombar no meu armário. Mas eu acabei não a usando por achar que ficava sempre com cara de quem estava indo para o escritório. Daí, resolvi pegar a camisa, botar pra jogo e montar 5 looks para várias ocasiões com ela. Vem ver!

Look #1

Adicionei à camisa branca – que geralmente se usaria num look de trabalho com uma calça social de alfaiataria ou linho –  uma calça jeans semi-destroyied e um mocassim metalizado – que está super em alta – para transmitir um ar mais moderno e descontraído. Look básico, mas com uma pegada de modernidade e hi-lo (que é misturar peças mais caras ou “formais” com outras mais ‘podrinhas’).

camisa - branca camisa branca

Look #2

Nessa versão eu adicionei um saltinho nude e um colar colorido. Continuou básico, mas o salto traz um ar maior de sofisticação e o colar vermelho é um ponto de cor.

camisa branca

camisa

  Look #3

Nesse look a proposta foi ousar mais. Coordenei a camisa branca com a calça pijama estampada de onça e um colar colorido (que tem na peça central a cor da calça e cria uma “conexão”) e arrematei com o salto nude para não pesar o visual. Um look super arrumadinho! 🙂

calça onça

calça onça

 

Look #4

A proposta desse look foi ser bem descontraído, bem dia a dia.  Mantive o colar do look anterior, adicionei o short jeans – que quase todo mundo tem em casa! – e coloquei um oxford nude. Arrumadinho e confortável na medida certa. Ideal para passear, ir ao shopping ou ao cinema.

short jeans

 

short jeans

 

Look #5

saia poa

 

 

 

 

 

 

 

Nesse último look também quis algo mais despojado, justamente para tirar a cara de “séria” da camisa. A estampa de poá remete à uma ideia de feminilidade, o que equilibra bem a seriedade da camisa. Criei um mini mix de estampas entre a saia e o colar (feito por mim, a propósito!) e finalizei com o oxford nude para não pesar o visual.

 

Percebeu com uma peça pode render tantos looks ao variarmos os elementos que coordenamos com elas? Se prestar atenção vai ver que repeti quase os mesmos acessórios em mais de 1 look! Isso mostra que a gente não precisa ter um armário lotado, só precisa ter as peças certas que façam rolar várias combinações 🙂 Coordenar peças mais informais com uma peça mais séria pode ser a chave para conseguir trazer uma peça “de trabalho” para o dia a dia.

Conta aí, qual peça no seu armário que tá parada porque você não sabe como usar?

 

 

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Moda

Já viu a última tendência?

By on 3 de abril de 2017

A gente é tão bombardeada com anúncios de marcas, lançamento de novas coleções (alô, fast fashion!), parcerias de famosos, que não é difícil se esquecer de todo o capitalismo por detrás das grandes marcas e do quanto isso nos afeta e desperta um consumismo desenfreado. ~Vai dizer que você não ficou louca atrás daquela peça porque a tal blogueyra de moda falou que ia bombar?~

“Estar na moda” (como diz a maioria), seguir as tendências, ser antenada, tudo isso é muito legal, mas e quando isso nos faz esquecer de quem somos? Já vi meninas montadas de tendências (da cabeça aos pés, literalmente) só para mostrarem que estão por dentro da moda ou porque tal blogueira ou revista falou que era a tendência da estação. E para onde isso nos leva? Será que vale a pena mesmo se tornar escrava dessa “tal” moda que pregam? Vale a pena estourar seu cartão de crédito comprando mais uma blusinha ou mais um sapato porque alguém disse que vai bombar?

É muito legal acompanhar as novidades sim, ficar por dentro do que rola, usar várias tendências, desde que a gente se conheça, desde que a gente use com consciência , use porque gostou, porque tem a ver com a gente, porque se adaptou ao nosso estilo, e não porque a sociedade impõe ou porque tal site disse. Antes de sair por aí ouvindo todas as blogueiras de moda, procure se conhecer, ouça você, conheça o que te faz bem, o que te faz sentir-se linda, ainda que não seja o que “está na moda”, afinal, ser você não sai de moda! Quando a gente se conhece, a gente pára de dar ouvidos a tudo o que dizem que é bonito, a gente pára de comprar por comprar, a gente não precisa usar todas as últimas tendências. Quando a gente sabe quem é de verdade, a gente se livra da necessidade de mostrar algo para alguém. 

Tá na hora de nos conhecermos mais, explorar nossa criatividade, olhar para o guarda roupa com um novo olhar, buscando novas possibilidades. Ao invés de correr para comprar a tendência da próxima estação, corra para o armário e tente dar uma segunda chance para o que está parado! Procure inspirações (sabe o Pinterest?!), faça uma lista do que de fato você precisa e leve quando sair. Às vezes a gente está precisando de uma calça nova para o trabalho mas acaba comprando uma jaqueta de veludo porque disseram que é a tendência do inverno, aí lá vamos nós gastar o suado dinheirinho comprando a tal sem  precisar, afinal o capitalismo nos dá a ideia de precisarmos de algo que não necessitamos de fato, criando uma necessidade que a gente nem sabia que tinha para que compremos seus produtos.

Lembre-se que as tendências aparecem e desaparecem facilmente, mas nosso estilo reflete quem somos, nossa essência. Vale fazer consultoria de estilo (fala comigo! (: ), fazer pastinha de inspiração no Pinterest, ou até pedir ajuda para aquela amiga que super te conhece, o que importa é a gente se conhecer, e se mostrar através do vestir. Como diz a Renata Abranchs: “menos tendência, mais essência.” A maior tendência é ser você mesma! 😉

 

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Moda | Vamos Conversar?

Se amar e a luta de cada dia

By on 17 de março de 2017

Venhamos e convenhamos não é fácil todo dia se olhar no espelho e se achar linda. Nós mulheres sabemos bem como é acordar um dia achando que vamos mudar o mundo e no outro nem conseguir levantar da cama. Nossos hormônios super nos boicotam, nós mesmas nos boicotamos, e assim vivemos nessa inconstância. Mas, cá entre nós, todas temos algo que gostaríamos de mudar no nosso corpo, né não?! Seja uma gordurinha aqui, uma manchinha ali, o problema é quando a gente só consegue focar no que gostaria de mudar, quando os pontos negativos – ao nosso ver – superam os positivos.

Aceitar que temos imperfeições sim, que não somos mulheres ideais, e aprender que essas imperfeições também fazem parte de quem somos, é parte do processo. Se amar é uma luta diária, é um longo caminho. Vivemos em uma sociedade onde somos a todo momento bombardeadas com capas de revistas com mulheres magérrimas, com padrões de beleza a seguir. Já parou para observar as chamadas das revistas? “Como conseguir barriga de tanquinho com a dieta X”, “Como ter o cabelo dos seus sonhos com o tal produto”, “Como ter o corpo lindo para deixar os homens babando”, e por aí vão essas matérias que nos fazem pensar que nunca estamos boas o suficiente, que nosso cabelo não é tão bonito, que os homens não vão curtir nosso corpo (pelamor, né, gente?! 😡 ).

Por que a gente não pára para olhar o tanto de coisas que já conquistamos? O quanto o nosso corpo já suportou os baques da vida? Por que a gente não passa a aceitar quem somos e esse corpo que a vida nos deu? Já parou para pensar que as rugas de expressão estão aí porque a vida é dinâmica e você sorriu tanto que deixou marquinhas no rosto? Olhe para essas marquinhas e pense no tanto de sorrisos que a vida te proporcionou! E a barriguinha que apareceu depois da gravidez? Já pensou que ela está aí para lembrar o quanto você é forte a ponto de dar à luz outra vida? Por que não olhar para a cicatriz da cesariana e pensar no ser mais especial que você trouxe ao mundo? Por que não se permitir dormir mais um pouquinho e sair sem maquiagem? Por que não usar aquele biquíni que você adora mas que não usa por achar que não está em forma o suficiente?

A vida acontece agora, e se esse é o corpo que temos hoje porque não curti-lo, aceitá-lo e amá-lo? Por que não olhar com um pouco mais de carinho para nós mesmas e compreender que não somos perfeitas, mas tá tudo bem! Tudo bem fazer dietas, se exercitar, alisar o cabelo, mas que nada disso seja um imposição para nós, mas sim um ato de livre escolha por nos fazer bem. Afinal, aceitar-se não é se tornar passiva, mas é parar de viver uma corrida louca e desenfreada atrás de padrões inalcançáveis e inatingíveis. Nesse texto rola uma comparação super bacana: pense na sua melhor amiga. Ela é perfeita? Provavelmente não. Você é má com ela porque ela não é perfeita? Não, né?! Nenhum de nós somos perfeitos física ou emocionalmente, e mesmo assim as pessoas se apaixonam o tempo todo.

Se amar e se aceitar é um processo, não é fácil, é uma luta diária, é construção, tijolinho por tijolinho, dia a dia. Vamos fazer o seguinte? Experimenta hoje parar na frente do espelho e procurar 3 pontos positivos no seu corpo, pode parece difícil no começo, mas tenta por um dia não ficar enumerando seus defeitos. Garanto que você tem muito mais do que só três pontos legais! E conta aqui como é essa luta diária para você! 😉

 

 

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Vamos Conversar?

Com vocês: Moda e Consciência

By on 8 de março de 2017
 Sejam Bem Vind@s!
Bem, pensei em mil formas de escrever esse post de “apresentação”, mas achei melhor aceitar o clichê que lhe cabe, começar do começo e me apresentar, de fato.

Sou formada em Serviço Social pela Universidade Federal Fluminense e em Consultoria de Imagem e Estilo pelo SENAC. Na época da facul estagiei em um Centro de Orientação à Mulheres Vítimas de Violência e defendi meu TCC sobre Violência contra a mulher e a invisibilidade desse tema nas redes sociais – fruto do interesse de estudar a mulher na sociedade e as diversas questões de gênero.

Sempre amei moda e sonhava trabalhar com isso, mas não curtia ver a temática resumida à futilidades e consumismo. Decidi então fazer o curso de formação em Consultoria de Estilo e descobri uma face linda e real da moda: valorizar a essência do outro, buscar a autoestima e ajudar no processo de se amar e se aceitar. Eu já lia muito sobre o assunto em livros e na internet, onde conheci uma galera linda que levanta a bandeira de uma moda mais pé no chão, mais vida real, mais humana, e também de um consumo mais consciente, mais racional e menos de “comprar porque tá barato” ou “porque tá todo mundo comprando”, e ainda, “usar porque tá na moda”.  😕 

Foi aí que decidi compartilhar um pouco do que aprendi e conheci, com outras pessoas, e tentar no mínimo fazer a diferença dando minha contribuição. E então criei o @modaeconsciencia, um instagram voltado para falar de moda, mas com um viés mais vida real, para pessoas que trabalham, estudam, tem filhos, não tem muita grana, mostrando que moda não é um bicho de sete cabeças e que para se vestir bem não é preciso ser fashionista nem gastar rios de dinheiro. Além de falar sobre autoestima também, mostrando que se amar e se aceitar é importante sim e que estamos todos juntos nessa!


A vontade de falar mais sobre esses assuntos cresceu, e por isso a ideia de criar o Moda e Consciência versão blog, um espaço para compartilhar muito mais sobre tudo isso.

E hoje, no Dia Internacional da Mulher, dia que a gente vê o quanto ainda precisa lutar, o quanto ainda precisa conquistar, que tal olhar pra quem somos e ver a #girlpower que existe na gente? Que tal se amar mais e se curtir mais?!

Bem, é um pouco disso tudo que você vai ver por aqui: empoderamento, autoestima, look do dia, inspirações, reflexões (porque sim!), consumo consciente, e muito mais sobre moda acessível e real, para pessoas reais!

  Fica que tá só começando! 🙂

Tem alguma sugestão do que quer ver por aqui?
Deixa nos comentários! 😉

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